Sinto o agudo orgânico que atinge cada célula que alimenta meu sistema real. O abstrato enfim se solidifica em minha memória volátil. Em alta velocidade sua linguagem de alto padrão é finalmente deduzida pelas minhas unidades funcionais. Considero o tempo como bom tradutor de sua gramática, não gera códigos, mas traduz sua existência. Estou me adaptando para nova realidade, pode usufruir os meus periféricos. Hahahahahaha
Minha mente não é assimétrica, tem lógica falha, mas segue sequencial ao seu chamado, detalhando edificações construídas ao longo do tempo, porque? Porque posso falar em teu sonho!
Conceitos novos foram incorporados à planta do meu rudimentar modo de pensar e avaliar, detalhes que modificaram meu jeito cego de olhar. Gradualmente será quente.
O tempo e a intensidade modelam vínculos, sonhos e construções, nega lugar para o vassalo e o soldado. O mapa da excitação é estar, ser e sentir. Obscenos desejos horizontais. No espaço e tempo que juntamos, a imensa dor cata e queima o passado. O pulsar em suas mãos faz estragos...
Nossa justaposição vincula sistemas indissociáveis para a concepção do entusiasmo da satisfação. Às vezes perdemos a hierarquia da razão e emoção, anulamos dimensões para interpretar os valores de forma pessoal. Nossa fatia do tempo.
Minha mente configura impressões, resta ainda resíduo, mas vejo a luz q pensei ter ido. Aos poucos minha mente se junta ao meu corpo.
Cheguei como deveria ser, um analfabeto emocional, disperso pelo que já foi abrigo, preso por invisíveis correntes, agora posso adormecer, tenho o céu sobre meus olhos, tenho você.
Olhos fechados, pensamentos no vazio, sentem as grades da sua prisão, agora o que faço?Mendigo? Porque razão não me dá uma pausa? Gostaria de tomar minha vida. Há pouca luz. Você é tempestade! Quero apenas o silêncio.
Preciso de um guia para me reconhecer, e estou sempre em débito com suas expectativas. Eu faço aquilo que posso. Não vamos viver um mundo de segundas-feiras!
Agora a janela fala comigo, o som permitido... Tu dizes, que sonho são pares de asas e que uma só não bate para voar, então digo que não posso ser sua cópia, na sua paisagem eu não sei voar. Não se resume coragem, mas vou manter o silêncio para poder escutar.
Desanimo. Ternamente o abismo em teu rosto se abre e empurra seu sumo em minha boca, seu cabelo bate nos meus olhos, não sei, que venha o desassossego. Nossa história não tem herói, mas pode olhar para trás e ir embora embriagado. A situação tece armadilhas, nem por isso...
O governo entende governo como um plano econômico, pois enfoca um sistema de finalidade lucrativa, emprego que vasculha formas de ganho. Os políticos são passivos diante do partido e não do povo, o que muda totalmente o enfoque da trajetória do trabalho individual dentro de um processo que deveria visar com largas vistas o bem comum e coerência no sistema de todo tipo de existência. Ainda, o partido político segue interesses de seu patrono, ou seja, o financiador que viabiliza as campanhas políticas. Apenas pela motivação de rivalidade estrangeira notamos alguma reação sobre a natureza que nos pertence. A urgência por educação sócio-ambientais, com políticas de regularização fundiária, melhor cálculo de área para pastos, agriculturas, unindo desenvolvimento com preservação e culturas de auto-sustentabilidade é finalmente visível. Não podemos esquecer que a vida necessita de uma cadeia de acontecimentos, ecologista não é ser bonzinho, é ser inteligente. Enquanto que o conceito do povo é do “deixa pra lá”.
Mais do que tarde para entendermos conseqüências, para toda atitude, existe uma matemática exata, um resultado posterior. Não existe comportamento inócuo, toda ação provoca reação, quem não sabe disso? Mas são poucos os que têm noção da causa e conseqüência, de onde vem e para onde vai. O fato é que sustentamos a concussão engorda dos políticos, a agricultura que contamina e freia cadeias naturais, usamos menos do que acumulamos como lixo e por fim seguimos a inculta suposição de que progresso é consumo.
Nosso poder legislativo tem como restringir e priorizar atitudes de sustentabilidade, nas construções das cidades e modo de vida civil da população. Existem muitos projetos em discussão para a implementação de um sistema menos prejudicial para a natureza sem se desconectar da realidade do meio e modo de vida da população, considerando praticidade, economia de água e preservação de energia. Mas como implementar o novo sem a obrigatoriedade repressiva? Penso que temos de revisar o que é repressão e alargar nossa mente para a necessidade urgente de reduzir poluentes na nossa envolvente atmosfera, manter e crescer o verde, incentivar o desenvolvimento com inteligência de longa distância e entender o sentido do equilíbrio ambiental. Mas não precisamos esperar, podemos ser ecologistas mantendo nossa casa com atitudes menores no dia a dia, como comprar apenas o que iremos consumir, usar menos embalagens, entender o valor e finalidade da água, amenizar os gastos que fazemos da natureza, pois não produzimos nada, apenas fabricamos a partir da natureza. Tornar menos nocivo nossa existência na terra, entendendo que não precisamos criar falsas necessidades, simplificar nossa forma de vida e gasto, o futuro do meio ambiente é agora e aqui, já sentimos os sintomas do mal que fizemos.
Apenas a boa intenção não adianta, temos de amadurecer a idéia de viver sem destruir e então executar soluções seja ela do tamanho que for.
Necessário conduzir os empreendimentos lucrativos existentes no Amazonas para o uso de energia limpa e método auto-sustentável com apoio do governo em forma de impostos e organizar de forma que façam o papel de uma muralha junto a uma equipe de vigilância em todo o redor do estado, para que desta forma não seja invadida e danificada o que impediria grande reserva de água de chegar à região sudeste e o desaparecimento da grande biodiversidade existente no local que poderia representar o fim da cura de muitas doenças. O Amazonas não é o pulmão do mundo, mas a cura, a água. Não podemos permitir que a hipocrisia dos que destruíram florestas, digam o que devemos fazer.
Well did you hear, there’s a natural order. Those most deserving will end up with the most. That the cream cannot help but always rise up to the top, Well I say: Shit floats. If you thought things had changed, Friend you’d better think again, Bluntly put in the fewest of words, Cunts are still running the world, Cunts are still running the world.
Now the working classes are obsolete, They are surplus to societies needs, So let ‘em all kill each other, And get it made overseas. That’s the word don’t you know, From the guys thats running the show, Lets be perfectly clear boys and girls, Cunts are still running the world, Cunts are still running the world.
Oh feed your children on Cray fish and Lobster tails, Find a school near the top of the league, In theory I respect your right to exist, I will kill ya if you move in next to me, Ah it stinks, it sucks, it’s anthropologically unjust, But the takings are up by a third, Oh So Cunts are still running the world, Cunts are still running the world.
Your free market is perfectly natural, Or do you think that I’m some kind of dummy, It’s the ideal way to order the world, Fuck the morals, does it make any money? And if you don’t like it? Then leave. Or use your right to protest on the street, Yeah, use your rights but don’t imagine that it’s heard, Oh no no, Cunts are still running the world, Cunts are still running the world.
O definitivo é categórico, determinativo, restritivo, lúgubre. Covardes não definem relação, coração, vocação, apetite.
Percebo o amor de literatura, o infinito sentencioso das idades imaturas, a esperança opressora da realidade.Isoladu nessa minha definição, enfim, às vezes sei definir. Hipócrita...
Queria ter a consciência atenta como medidor das minhas precipitações, contudo a penitencia se faz presente em batidas continuas na minha mente. Alívios constantes me são oferecidos nas frases q capturo dentro da confiança q não mereço. Meu condicionamentu biológico embarga a busca de mim mesmu na voz de outras idéias. Pero... Provável ruptura de dispositivos inúteis.
O pensar das mulheres preserva a textualidade da minha coerência com a vida.
Sem a faculdade do tempo não consigo altura suficiente para apreciar com justeza a geografia da sabedoria dos anos, peço aqui meu perdão pela experiência que não sublimei e que me falta.
Conselhos não atingem o ouvido de um surdo mental, abrigos afetivos pareciam ameaças, tamanha era minha orgia de certezas. Hoje as duvidas obrigam abrigos fora da minha formação. Afrontar é metáfora da minha insuficiência. Forçoso a osmose inversa da minha gênese.
Contudo pensamentos gasosos procuram corpo para firmar em atitude. O tempo não passa, anseio a promessa do oposto a q me criticam.
Eu descobri que o obvio nem sempre é aparente, buscamos sempre longe, isso é insatisfação. A coerência é necessária na ligação de elementos que convivem simultaneamente, trazendo a compreensão na sua mensagem de existir ou comunicar, fazendo real e não loko o que se apresenta. Mas, limitante. Frustrante descoberta tardia.
Porque minha gratidão surge somente depois do arrependimento? Devo-lhe muitas desculpas.
Gosto quando diz para eu falar com sua boca e olhar com seus olhos. Percebi.
Sabe formar sentido das situações que me parecem confusas, mas nem sempre sabe o que eu sei. Dá espaço e te digo, na profecia do eterno existe a simbiose que confunde sua crença sobre mim.
Estar bem não é um estado pronto, mas um processo. Quem sabe é luta.
Digo-te meu caro, os valores mudam e as circunstancias provocam.
É a briga que da autenticidade ao nosso relacionamento, negativo do que prometemos um ao outro na construção verbal, quando ainda era o verbo nosso meio de comunicação. Excessos dominam com pouca interrupção nossa casa, manda em ti e em mim.
Natural, pois a verdade é refeita constantemente, uma condenação perpétua do insensato. Acaso quer derrubar-me? Deixei por isso. À beira da explosão de sua voz me vejo reduzido a sua fantasia. Converte sua mente inteligente em outra forma de energia, movimento que agride minha confessa melancolia. Gerando uma reação que move meu lado insano, impulsiona o que naum gosto em mim. Associa uma indignidade, provoca, naum escuta meu apelo silencioso. Quanto papo requentado sou capaz de ouvir? Abusa reconfortado dentro do abrigo da minha memória afetiva e provoca toda minha manifestação corporal. A distância se torna profilaxia necessária, quantas vezes vamos suportar?
Reconheço-te na minha felicidade, no meu humor, nas incontáveis interrogações a que me atira, a perfeita autonomia de ser somente quem é e na proibição constante de devorá-lo isento de limitações, meu desejo nem sempre pode se manifestar...
Contigo naum preciso da fome.
Vamos da remissão ao conflito, escapamos de algo? Delimitamos espaço, incomunicabilidade emocional. Abandonamos reflexos que alimentava nossa capacidade de sentir. Ironizamos o risco de perder, encarceramos nossa relação. Ruptura do caminho traçado.
Que engrenagem oscilante tem aqui, nunca saberei do muito tempo, porque tu já naum tens lugar.
Sigo pelo atalho da indiferença, assim seja...
Escuto ecos dos sons de gozo, vejo teu contorno frente à luz, sua voz macia desenha malicias que mutila minha lógica sistemática. O caminho do gozo esta enlaçado ao efeito do que significa para mim. Karamba, que anêmica é minha memória...
Sou prisioneiro da sua teoria, seu beijo é a carne que alimenta minha alma e mascara sua angústia de poder.
A mediocridade contracena com percepção moral e cívica, modo incensurável de ser inatacável. Ser insuspeito e adestrado, oportuno cidadão. Em meio ao embaço do vitral cotidiano, crê na própria virtude.Percepção insignificante da ignorânciaenraizada na insuficiência de cultura realmente compassiva, pois a virtude naum tem relação com comportamento social e pode surgir de varias faces, mas a intuição mecanizada naum é capaz de captar.
Alinhamento de inveja, cobiça, traição, censura, mantido e ocultado pelo bom comportamento social.
Complacente autocrítica, degusta criticar...
Emprega a mente com atividades de outros, recheia de pessoas, analisa e elimina a essência...Quanto rumor em voltanecessita...
Prisioneira da própria monotonia, descontentamento passivo e inerte, desinteressante e sem interesse. Grita calada vocabulário sem expressão... Mundo sem foco.
Pensamentos discursivos dispensáveis, pois provem de universo figurado e compreensão alusiva e copiada. Uso radical da fantasia de si mesmo.
Cada mentira exige outra e os dramas vão anulando moderação, minimizando o que se expressa. Impressão off.
Fosco tropeço impede crescimento.
A mediocridade é titânica no uso da exploração emocional e nunca assume erros.
Fiz a ponte, naum contigo, mas para me aproximar de ti, contudo resolvi colokar um botão vermelho.
No nosso endereço naum encontro porta fechada, tem muitas funcionalidades e a senha é simples. Pede muito poko.
Com transparências intencionais e discursos sensacionais, frases que geram a exteriorização do núcleo do meu eu, tou contigo, te admiro e admito isso. Quando você quer ser Deus, finjo ignorância e seu universo vira vitrine e o nada toma existência.O alicerce sob o qual sustenta diálogos diários perdem sentidos, oferto então meu enfrentamento diante da confusão que pode proliferar irritabilidades. Naum há intenção infrutífera!
Destila entonação irônica para depreciar, são tempos idos fixados na memória de queijo derretido. Apela para a sinceridade de viagens imaginarias, que modo diverso tem sua ironia... Ofereço-lhe um adversário em branko, que toma como indiferença.
Quero testar suas filosofias e anular os meus preceitos. Sou autor da minha linguagem, naum desejo reescrever, toma como molekagem.
Então essa é a grande exigência, enrustida esmeradamente em seu bonito sorriso lapidado, perfeita sincronia do que é e quer fazer ser. Como traduzir tanta complexidade de comportamento? Meus vocabulários naum contem tal expressão verbal, nem aprendi a ótica da forma linear e nunca provei tal sabor ácido. Sinto necessidade de movimento independente, te magôo.
As piores derrotas você naum rogou. Fortaleço-me nos seus olhos escuros de forte traçado, sua marca.
Admito minha capacidade limitada de conjugar o seu verbo, mas naum aceito ser reduzido à minha expressão.
Acredita na minha passividade quando apenas quero viabilizar diálogo, nota minha falta de visão quando estou observando, quem é cego?
Tem grande exigência para a continuidade do que aprendeu família, me espanta suas idéias, pressupõe expectativas irreais para a nossa realidade, terceirizar responsabilidades para obter satisfação individual é permissividade demasiada em prol de juramento que não lhe pertence. A vida pode surgir de várias formas, a partir de um único desejo compartilhado, pode nos repetir, naum em figura ilustrada copia da nossa genética, mas germinar vida em estilo e atitude, modo de viver.
A vida naum vale a pena somente se for perfeita, porque pagar a pena?
Vou me embrenhar faminto no seu corpo e captar sua vibração intima, unir todas as pontas da narrativa de todas as sensações e sentimentos, firmar em carne nosso elo.
És tu meu igual, pecar em ti naum tem perdão, mas me cura!
Cansado não demorei em receber a bronca, reclamação justa da minha falta de atenção. Estava decidido em apenas concordar, somente pedia fugacidade.
Engraçado como uma atitude muda à outra. Com razão ou sem ela, vale mudar para buscar facilidade. Karamba, então dei conta que estava absorvendo, naum de imediato, mas aceitando a lógica em palavras livres e despreocupadas.
Então me pergunta: -És quem pensa ser?
Como assim? Obriguei-me a pensar de outro ângulo, sem defesa, afinal naum era um ataque.
Muito q surgiu a partir dessa pergunta e vi-me desarmado e sedento.
Meu cotidiano naum é um acontecimento do acaso, é realização diária das minhas necessidades. Necessidades...(caiu a ficha)
Entendi que simplesmente ficar junto é bom, ou ate mesmo kerer ficar sozinho enquanto ouve-se lamento maçante. Tudo escolha!
Acordei afinal, vivia uma meia existência do ta tudo bem. Um refugiado hipócrita em busca de verdades. Como se existissem...
Sem discussão, afinal meu cansaço respondia, nessa condição posso ser franco sem a fraude justa da fuga.
Sentia a traição do hedonismo e dos inúmeros cantos a explorar. Posso ser aventureiro. Justificava a falta de controle. Mesmo idiota, que controle? Se apenas o hoje me pertence e dele somente sei as horas.
Acompanhado com meus pensamentos, percebi meu comprometimento com minha educação, meu pré-conceito, afinal tudo que aprendemos e usamos também é uma forma de discriminação. Nosso passado nem sempre tem boa trama e na verdade posso não ser quem penso, mas somente ser o que fui condicionado a ser.
Então excedendo minha coragem emocional limitada, percebo que o comprometimento existe. Somos ambos comprometidos, seja pela parceria condenada ou o silencio imperioso que grita uma cumplicidade leal. Ela com sua ansiedade infantil, eu com uma indiferença defensiva.
Afinal a vida é simulação constante, mas a estrada paralela existe.
Então calar o que se encena, é mesmo hipocrisia. Negar a existência para fugir da culpa, é covardia. Existe emoção paralela também, reconheço assim. Keria contar-lhe logo meus dias, saber o que acharia. Keria saber se estava bem. Keria ver os enfeites que às vezes usa.
Porque não aceitar o inexplicável? Sinto sua falta sim, confesso que regulo minha respiração, sinto um manancial de sintomas insólitos dentro do meu corpo. O real existe quando consentimos no mental. Consumo-te enquanto vc me absorve.
Sem o pré-conceito do passado, como reconhecer o amor? Naum existe amor igual, assim como não há sinônimo perfeitamente equivalente.
Hoje não ofereço culto, se fez diante de mim. Destruiu meus lugares altos, quebrou meus alicerces, arrebentou minhas defesas. Maldita seja sua existência pacifica e constante, maldito seja seu sorriso fácil e suas lagrimas concentradas. Desmoronou meus muros porque não reconheci sua linha de frente. Envolveu a circunstância com seu jeito tão ultrapassado, sua frase tão gasta, esse jeito tão perigoso...
Não vi, agora sinto, diante de mim você esta pronta, de manso chegou onde nunca imaginei. Feito!
Se soubesse naum teria permitido, ainda que somente tão prometida amizade.
Colhi o que vc plantou, agora expresso minha morada em ti. Lúcido? Justo!
Cria constante da minha mente, imagem da minha fé, esperança?
Fez-se mulher, me fiz adormecido. Sua presença denota um caminho brega, amor, paz, parceria, tudo ridículo, detesto... Relutante, mas não inabalável acolho.
Meu castigo é a ruína de tudo que levei com muito ferro para erguer.
Sou o que penso?
Naum disse, mas sabe que preciso de ti no meu cotidiano.
Naum percorri estradas até o fim. Construí apenas. As abandonei, para enkontrar a pessoa
que kresce. Ou covardia?
Parte do teu mundo nem sempre consegue se komunikar comigo. Naum sou contra ti, problemas de propósito, construção vazia.
Quando tem medo... naum compreendo suas sutilezas. Escondo-me nos kantos da minha mente confusa, evito confronto em outro contexto, roubo argumentos, saboto oportunidades. Exercício vicioso que sabota o "nós".
Politika da minha fuga, trabalho abnegado de alimentar o imperialismo artificial de ser o que naum sou. Artifício nazista de krescimento.
Mudar. Por mais que eu me esforçasse, naum conseguiria, o objetivo naum é certeza.
Kritika naum é esperteza, é faceta de oportunismo. Dilaceramos fingimento ou é fuga de krença? De repente a vida está exposta...
O segredo do teu sentir foi operante na kímika da transgressão, então me vi. Kontigo sou eu, naum envelheço, vivo em ti, a força da tua esperança me faz viver, faz urgente rompimento kontigo ou komigo, naum sei...
Naum me kanso do amor pela metade, mas onde vive o possível?
Contigo aprendi o sonho, mas naum kis mais enxergar.
Desde q te conheci vivo onde nunka vivi, naum sabia o teu mundo.
Mas meu sentimento naum tem rumo, naum tem entrega. Está sempre comigo.
Minha saudade naum se kala, meu desejo por ti, apenas simula kietude.
Alimenta-me, anda me despertando, mas nem sei se durmo, a vida naum espera, sabe...
Ainda uso meu disfarce diário e sigo um horizonte diferente.
Meu desejo por ti ainda é torrente, dissimula um pequeno fluxo, porque se confunde com a minha excitação de tarja preta.
Keria te traduzir e me rekriar, mas a estrutura do conserto naum iria exorcizar neuras que nem sei ser verdadeiro.
Somos verdades que não existem. Somos falta. Um existir no outro, um mundo nosso.
Lamento o rapto que naum houve, pensamentos que cronometrei. Desejei desesperadamente funcionar em ti, nas suas paredes, no teu cérebro, na sua carne. Refreskar minha alma. Unir visceralmente nossos mundos. Mas rasguei. Influência da minha memória preguiçosa.
Então vou vivendo, te amando, a ausência fala de nós.
Sincero(a)? ? ? ? ? ? ! ! ! ! ! (karamba) Quem pode avaliar?
"Então chora a luz que não se apaga"Porque naum soube fazer escolha melhor, garota...Fiko frako. .. ...
Se as krenças desmoronam por contradição, onde posso buskar sustentu, frente ao senso komum?
Acertu usandu a razão para tudo? A razão é um ensino coletivo?Sendu individual, movi a meu favor?
No kaminho tropeço nas carícias entre os que suspiram do meu ladu, no entantu posso sentir a respiração intranquila dos que me julgam
Sinto o silêncio de espreita.
Eskuto ruídos de abismos morais, ou som da minha kulpa?
Trama de palavras, paisagem sonora que não quero partilhar.Já partilho etnias, geografias, partículas de pensamentos limitados, amparo falsidades. Rede interativa do komum pronto.
Meu korpo biológiko capta desejos em satélites, mas ainda sou um paradigma da distinção estreita que alguém kriou, naum Deus!
Rekuso imaterialidades materiais da mente de percepção passiva.
Temos a kapacidade de alterar o ambiente, rekriar em outra esfera de compreensão.
Signifikados q expandem minha existência, vivemos na era da consciência global, meu auto retrato!
Vou admitir viver com o sinkronismo da minha vontade, ela determina meu sucesso, naum oq sou.
Vou transmitir em som e sentimentos gestuais dentru do meu domínio e minhas paredes, o que me vale para kem me vale de fatu.
É simples assim. Sem cor. Fácil, branco e óbvio como o papel. Quem é quem? Unidade de forma e movimento. O que cai se agarra ao seu vazio ou é salvo por ele? O que se pendura é quem segura, eles são ele, um só! Será que o vazio o puxa para se recompor em meio à massa restante da folha? Ou o que cai é que tenta se libertar da uniformidade monótona? Quem está fazendo o quê? Mas eles não são um só? Como na vida, quem está salvando quem? A consumação da queda é a confirmação do vazio de um e da liberdade do outro, mas eles são um só! O que estamos tentando salvar? Do que estamos tentando nos salvar? Da queda ou do vazio? E, ainda assim, eles são um só! Como você e eu.